Vacinas e Alergias alimentares

Dra. Patricia Tarifa Loureiro
Alergista e Imunologista- CRM 83330
@patitarifa

Recentemente, a OMS (Organização Mundial de Saúde) divulgou que a vacinação em massa evita 4 mortes por minuto no mundo.

Através da vacinação, estimulamos o sistema imunológico a produzir anticorpos contra doenças provocadas por alguns tipos de vírus e bactérias.
Precisamos que as vacinas sejam efetivas sem provocar efeitos colaterais danosos ao nosso organismo.

Alguns componentes usados no preparo delas são passíveis de causar reações alérgicas. Entre eles, a proteína do ovo encontrada em quantidades progressivas nas vacinas contra sarampo (tríplice viral), gripe (Influenza) e febre amarela.

A tríplice viral contém traços de proteína do ovo de galinha. Enquanto que a maioria das vacinas contra influenza são cultivadas em ovos embrionados de galinhas e por isso contém quantidade pequena de ovoalbumina (proteína do ovo).

Todas as crianças com alergia a ovo, independente da gravidade,podem receber as duas vacinas. Pacientes com história prévia de anafilaxia ao ovo devem preferencialmente ser vacinados em ambiente seguro, com supervisão médica.

Já a vacina de febre amarela contém grande quantidade de proteínas do ovo. Sendo assim, pessoas com história de reações alérgicas leves a moderadas (urticária, por exemplo) podem receber a vacina sob supervisão médica e devem ficar em observação por 30 minutos após a vacinação. No entanto, pessoas com anafilaxia devem ser encaminhadas ao especialista para realização de testes cutâneos e administração da vacina em esquema sob supervisão médica.

Crianças com alergia grave ao leite de vaca (reações imediatas como anafilaxia) não devem receber a vacina tríplice viral, que contém lactoalbumina na sua composição.
Por fim, sempre bom consultar um alergista e garantir segurança num ambiente preparado para tratar uma reação alérgica!

Fonte: Associação Brasileira de Alergia e Imunologia – ASBAI

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