O que não teríamos feito sem a caneta de adrenalina

Lucas: vida normal com a caneta de adrenalina na mala.

Bianca Kirschner

Lucas foi diagnosticado com alergias alimentares severas logo após completar um ano de vida e logo a caneta de adrenalina passou a fazer parte do nosso dia a dia. Na época, morávamos em Londres e lá o governo fornece a caneta.

Nunca tínhamos ouvido falar desse autoinjetor e muito menos que no Brasil essa medicação não estava disponível.

Com quase 10 anos, Lucas já conhece vários países, já dormiu na casa de familiares e amigos, viajou de avião, fez viagem de carro de dois dias, sempre frequentou escola e nunca deixou de fazer um passeio de turma!

Será que a história do Lucas seria cheia de tantos capítulos “normais” se ele não tivesse com ele a caneta de adrenalina?

Difícil dizer, mas provavelmente não! Ter a caneta de adrenalina em mãos, permite tanto ao Lucas quanto à gente se sentir seguros quando planejamos sair de casa pois sabemos que em uma emergência, poderemos ajudá-lo a tempo de chegar na emergência hospital!

O que vocês deixam de fazer por não possuírem a caneta?

Acesse Especial: #Anafilaxia

Bianca Kirschner,
mãe de Lucas e Felipe,
é criadora e diretora
da plataforma Conexão Alimentar

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